terça-feira, outubro 21, 2008
sexta-feira, outubro 10, 2008
sexta-feira, outubro 03, 2008
A Sério... "Dama"
CALA-TE...
O panorama musical português definitivamente está negro... Castelos brancos, Damas Betes (filha, mau nome também).
Mas a culpa não é deles, é de quem lhes dá a oportunidade de editarem estes montes de merda (desculpem a expressão, mas não me vem outra à cabeça)
quinta-feira, setembro 25, 2008
"Quando vais a Ponte de Lima...a musica é outra...só vais ouvir o bater do teu coração"
Na minha ronda de Blogues, reparei numa Etiqueta das Feiras Novas.
Pensei: "Há tanto tempo que não vou a Ponte de Lima, que saudades...."
Não nasci em Ponte de Lima, mas tenho uma costela...
O meu pai é natural de lá e sempre quis que conhecessemos as nossas origens... tenho recordações de tardes solharengas junto ao rio... das histórias contadas junto á igreja dos terceiros...
O meu pai nasceu na antiga rua do pinheiro, quando olho para aquela rua inclinada vejo-me pequena a correr desenfradamente até não poder mais.
Os mergulhos da ponte para o rio são constantes.
- Tem cuidado...olha que o rio não é muito fundo...
- Eu sei mãe...eu sei...vamos ver as marcas das cheias?
- Eia mas a água chegou aqui tão alto?
- Sim chegou... e as pessoas não tinham medo?
- as pessoas sabiam que era normal isso acontecer...
O rio do esquecimento:
- o que é pai?
- é um historia muito bonita...quando os romanos chegaram a margem esquerda do Lima há muito tempo atrás. A beleza do lugar, fez com que eles pensassem que estavam no lendário rio Lethes, que apagava todas as lembranças da memória de quem o atravessasse, e os soldados negaram-se a atravessá-lo. Então, com o estandarte das águias ao alto o comandante chamou da outra margem a cada soldado pelo seu nome. Assim provou não ser o rio Lima, o rio do esquecimento...
- Eu também não me esqueci de ti do outro lado...
- Pois não, filha pois não...
- Olha pai e aquela senhora de pedra com outra pedra na cabeça?
- Isso fica para outro dia...
- Pai este ano vamos ás feiras novas?
- Claro que sim..."
Nos últimos tempos acho que se assistiu a uma descaracterização do espírito das festas em vários aspectos. Por exemplo, não consigo compreender como é que sendo as Feiras Novas a maior festa popular da região do vinho verde as cooperativas não aproveitam para divulgar o seu produto junto das faixas mais jovens e não só numa altura em que tanto se fala de crise no sector e de que os jovens consomem cada vez mais bebidas brancas e os restaurantes pratiquem preços exorbitantes por uma garrafa de vinho da região.
Adoro ver as rusgas, e as bandas de musica... gosto que se una o passado com o futuro...
Pensei: "Há tanto tempo que não vou a Ponte de Lima, que saudades...."
Não nasci em Ponte de Lima, mas tenho uma costela...
O meu pai é natural de lá e sempre quis que conhecessemos as nossas origens... tenho recordações de tardes solharengas junto ao rio... das histórias contadas junto á igreja dos terceiros...
O meu pai nasceu na antiga rua do pinheiro, quando olho para aquela rua inclinada vejo-me pequena a correr desenfradamente até não poder mais.
Os mergulhos da ponte para o rio são constantes.
- Tem cuidado...olha que o rio não é muito fundo...
- Eu sei mãe...eu sei...vamos ver as marcas das cheias?
- Eia mas a água chegou aqui tão alto?
- Sim chegou... e as pessoas não tinham medo?
- as pessoas sabiam que era normal isso acontecer...
O rio do esquecimento:
- o que é pai?
- é um historia muito bonita...quando os romanos chegaram a margem esquerda do Lima há muito tempo atrás. A beleza do lugar, fez com que eles pensassem que estavam no lendário rio Lethes, que apagava todas as lembranças da memória de quem o atravessasse, e os soldados negaram-se a atravessá-lo. Então, com o estandarte das águias ao alto o comandante chamou da outra margem a cada soldado pelo seu nome. Assim provou não ser o rio Lima, o rio do esquecimento...
- Eu também não me esqueci de ti do outro lado...
- Pois não, filha pois não...
- Olha pai e aquela senhora de pedra com outra pedra na cabeça?
- Isso fica para outro dia...
- Pai este ano vamos ás feiras novas?
- Claro que sim..."
Nos últimos tempos acho que se assistiu a uma descaracterização do espírito das festas em vários aspectos. Por exemplo, não consigo compreender como é que sendo as Feiras Novas a maior festa popular da região do vinho verde as cooperativas não aproveitam para divulgar o seu produto junto das faixas mais jovens e não só numa altura em que tanto se fala de crise no sector e de que os jovens consomem cada vez mais bebidas brancas e os restaurantes pratiquem preços exorbitantes por uma garrafa de vinho da região.
Adoro ver as rusgas, e as bandas de musica... gosto que se una o passado com o futuro...
quinta-feira, setembro 11, 2008
quarta-feira, setembro 10, 2008
Quando eu achava,
que não havia pior que as fotos de verão que passavam na SIC, no fim do Jornal da noite...
Eis que começa o: Momento da verdade (ou tempo da verdade, não sei o nome)
Ainda em estado de choque,sem saber muito bem se aquilo são pessoas contratadas, ou há mesmo gente assim. Foi sem sombra de duvidas um momento degradante.
O Gaijo um taralhoco, como eu nunca tinha visto. A Mulher uma sonsa, depois de saber, que o marido a tinha traido, pagado para ter sexo com outras, não ter usado preservativo, dizer que não gostava de brincar com a filha e não se esforçava o suficiente para passar mais tempo com a familia.
Entre outras, sobre o irmão e a profissão.
Continuava a aplaudi-lo. e com uma carinha de mosca mal morta. Que humilhação, será que ela não se apercebia que a grande lesada naquilo tudo era ela?
Não sei com que cara é que vão voltar há sua vidinha triste (antigamente só eles sabiam que era triste, agora toda gente sabe).
Se calhar todos contentes, por terem aparecido na TV e terem ganho 25 mil euros(como se 25 mil €, fossem suficientes para toda aquela vergonha pública).
Eu nem imagino quais seriam as próximas perguntas, para os 250 mil €.
A serem mesmo pessoas comuns a concorrem, este concurso vai ser mais uma Pérola Nacional.
Eis que começa o: Momento da verdade (ou tempo da verdade, não sei o nome)
Ainda em estado de choque,sem saber muito bem se aquilo são pessoas contratadas, ou há mesmo gente assim. Foi sem sombra de duvidas um momento degradante.
O Gaijo um taralhoco, como eu nunca tinha visto. A Mulher uma sonsa, depois de saber, que o marido a tinha traido, pagado para ter sexo com outras, não ter usado preservativo, dizer que não gostava de brincar com a filha e não se esforçava o suficiente para passar mais tempo com a familia.
Entre outras, sobre o irmão e a profissão.
Continuava a aplaudi-lo. e com uma carinha de mosca mal morta. Que humilhação, será que ela não se apercebia que a grande lesada naquilo tudo era ela?
Não sei com que cara é que vão voltar há sua vidinha triste (antigamente só eles sabiam que era triste, agora toda gente sabe).
Se calhar todos contentes, por terem aparecido na TV e terem ganho 25 mil euros(como se 25 mil €, fossem suficientes para toda aquela vergonha pública).
Eu nem imagino quais seriam as próximas perguntas, para os 250 mil €.
A serem mesmo pessoas comuns a concorrem, este concurso vai ser mais uma Pérola Nacional.
sábado, agosto 30, 2008
Opinião
Um dia na vida de um português em Agosto de 2008
8h30 – José Silva acorda e constata que a sua casa foi assaltada durante a noite. Espreguiça-se. Toma banho tentando poupar a água, toma o pequeno-almoço tentando poupar o leite e põe-se a caminho do emprego tentando poupar os sapatos.
9h00 – Empurra o carro até à bomba de gasolina e é assaltado duas vezes: a primeira pela gasolineira, que voltou a aumentar os preços do combustível; a segunda por criminosos armados, que lhe levam o pouco que ainda restava na carteira. Boceja. Conclui que prefere os segundos assaltantes, na medida em que roubam menos e com menor frequência. Nota que, apesar disso, a polícia não faz qualquer esforço para apanhar os primeiros.
10h00 – Já na estrada, é vítima de carjacking. Encolhe os ombros. Prossegue a pé.
10h05 – Um gang tenta assaltá-lo. Explica que ficou sem a carteira num assalto anterior.
10h10 – Outro gang tenta assaltá-lo. Fornece a mesma explicação. Os membros do gang colam-lhe um autocolante na lapela para que futuros meliantes saibam que já foi assaltado nesse dia e evitem perder tempo com ele. Recomendam-lhe que retire o autocolante assim que voltar a transportar valores.
11h30 – Vai ao banco levantar dinheiro.
11h32 – Criminosos armados irrompem no banco. Clientes e funcionários formam calmamente uma fila e tiram senhas para serem assaltados por ordem.
11h35 – O criminalista Moita Flores irrompe no banco e começa a comentar o assalto junto de um grupo de clientes. Tece várias considerações sobre um novo tipo de criminalidade violenta que parece estar a aumentar no nosso país, aponta as limitações da polícia e sublinha as incongruências do novo código de processo penal. Alguns clientes oferecem-se para serem sequestrados, caso os assaltantes lhes garantam que os levam para longe do criminalista Moita Flores.
11h45 – O criminalista Moita Flores interpela os assaltantes e comunica-lhes que o método que escolheram para levar a cabo o assalto não é o melhor, criticando sobretudo a não utilização de luvas e tecendo alguns reparos ao plano de fuga, que considera extremamente frágil.
11h46 – Um dos assaltantes dispara duas vezes sobre a perna do criminalista Moita Flores.
11h47 – Clientes e funcionários do banco homenageiam os assaltantes com um forte aplauso.
17h30 – Depois de várias horas de sequestro, o assalto termina. A polícia detém os criminosos, resgata os reféns e amordaça o criminalista Moita Flores, para que vá receber assistência hospitalar.
18h00 – Por sorte, mal acaba de sair do banco, José Silva encontra o seu carro abandonado na berma da estrada. Entra
no veículo e dirige-se para casa.
18h05 – É detido pela polícia por se encontrar a conduzir um carro que foi usado em diversos crimes.
20h00 – É identificado e preso. Na cela, verifica que o relato da sua vida é extraordinariamente demagógico e conclui que toda a sua existência podia ter sido inventada por Paulo Portas. Chora.
Boca do Inferno – Ricardo Araújo Pereira Sábado, Revista Visão, 30 de Agosto de 2008
8h30 – José Silva acorda e constata que a sua casa foi assaltada durante a noite. Espreguiça-se. Toma banho tentando poupar a água, toma o pequeno-almoço tentando poupar o leite e põe-se a caminho do emprego tentando poupar os sapatos.
9h00 – Empurra o carro até à bomba de gasolina e é assaltado duas vezes: a primeira pela gasolineira, que voltou a aumentar os preços do combustível; a segunda por criminosos armados, que lhe levam o pouco que ainda restava na carteira. Boceja. Conclui que prefere os segundos assaltantes, na medida em que roubam menos e com menor frequência. Nota que, apesar disso, a polícia não faz qualquer esforço para apanhar os primeiros.
10h00 – Já na estrada, é vítima de carjacking. Encolhe os ombros. Prossegue a pé.
10h05 – Um gang tenta assaltá-lo. Explica que ficou sem a carteira num assalto anterior.
10h10 – Outro gang tenta assaltá-lo. Fornece a mesma explicação. Os membros do gang colam-lhe um autocolante na lapela para que futuros meliantes saibam que já foi assaltado nesse dia e evitem perder tempo com ele. Recomendam-lhe que retire o autocolante assim que voltar a transportar valores.
11h30 – Vai ao banco levantar dinheiro.
11h32 – Criminosos armados irrompem no banco. Clientes e funcionários formam calmamente uma fila e tiram senhas para serem assaltados por ordem.
11h35 – O criminalista Moita Flores irrompe no banco e começa a comentar o assalto junto de um grupo de clientes. Tece várias considerações sobre um novo tipo de criminalidade violenta que parece estar a aumentar no nosso país, aponta as limitações da polícia e sublinha as incongruências do novo código de processo penal. Alguns clientes oferecem-se para serem sequestrados, caso os assaltantes lhes garantam que os levam para longe do criminalista Moita Flores.
11h45 – O criminalista Moita Flores interpela os assaltantes e comunica-lhes que o método que escolheram para levar a cabo o assalto não é o melhor, criticando sobretudo a não utilização de luvas e tecendo alguns reparos ao plano de fuga, que considera extremamente frágil.
11h46 – Um dos assaltantes dispara duas vezes sobre a perna do criminalista Moita Flores.
11h47 – Clientes e funcionários do banco homenageiam os assaltantes com um forte aplauso.
17h30 – Depois de várias horas de sequestro, o assalto termina. A polícia detém os criminosos, resgata os reféns e amordaça o criminalista Moita Flores, para que vá receber assistência hospitalar.
18h00 – Por sorte, mal acaba de sair do banco, José Silva encontra o seu carro abandonado na berma da estrada. Entra
no veículo e dirige-se para casa.
18h05 – É detido pela polícia por se encontrar a conduzir um carro que foi usado em diversos crimes.
20h00 – É identificado e preso. Na cela, verifica que o relato da sua vida é extraordinariamente demagógico e conclui que toda a sua existência podia ter sido inventada por Paulo Portas. Chora.
Boca do Inferno – Ricardo Araújo Pereira Sábado, Revista Visão, 30 de Agosto de 2008
quarta-feira, agosto 27, 2008
Ó pá.....
QUE SAUDADES!!!!
Principalmente do Guarda Serôdio
Vou parecer uma velha mas antigamente, o desenhos animados(Bonecos) é que eram fixes!!!!
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