quinta-feira, setembro 25, 2008

"Quando vais a Ponte de Lima...a musica é outra...só vais ouvir o bater do teu coração"

Na minha ronda de Blogues, reparei numa Etiqueta das Feiras Novas.
Pensei: "Há tanto tempo que não vou a Ponte de Lima, que saudades...."

Não nasci em Ponte de Lima, mas tenho uma costela...

O meu pai é natural de lá e sempre quis que conhecessemos as nossas origens... tenho recordações de tardes solharengas junto ao rio... das histórias contadas junto á igreja dos terceiros...

O meu pai nasceu na antiga rua do pinheiro, quando olho para aquela rua inclinada vejo-me pequena a correr desenfradamente até não poder mais.
Os mergulhos da ponte para o rio são constantes.
- Tem cuidado...olha que o rio não é muito fundo...
- Eu sei mãe...eu sei...vamos ver as marcas das cheias?
- Eia mas a água chegou aqui tão alto?
- Sim chegou... e as pessoas não tinham medo?
- as pessoas sabiam que era normal isso acontecer...

O rio do esquecimento:
- o que é pai?
- é um historia muito bonita...quando os romanos chegaram a margem esquerda do Lima há muito tempo atrás. A beleza do lugar, fez com que eles pensassem que estavam no lendário rio Lethes, que apagava todas as lembranças da memória de quem o atravessasse, e os soldados negaram-se a atravessá-lo. Então, com o estandarte das águias ao alto o comandante chamou da outra margem a cada soldado pelo seu nome. Assim provou não ser o rio Lima, o rio do esquecimento...
- Eu também não me esqueci de ti do outro lado...
- Pois não, filha pois não...
- Olha pai e aquela senhora de pedra com outra pedra na cabeça?
- Isso fica para outro dia...
- Pai este ano vamos ás feiras novas?
- Claro que sim..."


Nos últimos tempos acho que se assistiu a uma descaracterização do espírito das festas em vários aspectos. Por exemplo, não consigo compreender como é que sendo as Feiras Novas a maior festa popular da região do vinho verde as cooperativas não aproveitam para divulgar o seu produto junto das faixas mais jovens e não só numa altura em que tanto se fala de crise no sector e de que os jovens consomem cada vez mais bebidas brancas e os restaurantes pratiquem preços exorbitantes por uma garrafa de vinho da região.

Adoro ver as rusgas, e as bandas de musica... gosto que se una o passado com o futuro...

quinta-feira, setembro 11, 2008

quarta-feira, setembro 10, 2008

Quando eu achava,

que não havia pior que as fotos de verão que passavam na SIC, no fim do Jornal da noite...

Eis que começa o: Momento da verdade (ou tempo da verdade, não sei o nome)

Ainda em estado de choque,sem saber muito bem se aquilo são pessoas contratadas, ou há mesmo gente assim. Foi sem sombra de duvidas um momento degradante.

O Gaijo um taralhoco, como eu nunca tinha visto. A Mulher uma sonsa, depois de saber, que o marido a tinha traido, pagado para ter sexo com outras, não ter usado preservativo, dizer que não gostava de brincar com a filha e não se esforçava o suficiente para passar mais tempo com a familia.
Entre outras, sobre o irmão e a profissão.
Continuava a aplaudi-lo. e com uma carinha de mosca mal morta. Que humilhação, será que ela não se apercebia que a grande lesada naquilo tudo era ela?

Não sei com que cara é que vão voltar há sua vidinha triste (antigamente só eles sabiam que era triste, agora toda gente sabe).
Se calhar todos contentes, por terem aparecido na TV e terem ganho 25 mil euros(como se 25 mil €, fossem suficientes para toda aquela vergonha pública).

Eu nem imagino quais seriam as próximas perguntas, para os 250 mil €.

A serem mesmo pessoas comuns a concorrem, este concurso vai ser mais uma Pérola Nacional.

GOSTO



OS Deolinda, vieram pra ficar... pelo menos no meu MP3

sábado, agosto 30, 2008

Opinião

Um dia na vida de um português em Agosto de 2008

8h30 – José Silva acorda e constata que a sua casa foi assaltada durante a noite. Espreguiça-se. Toma banho tentando poupar a água, toma o pequeno-almoço tentando poupar o leite e põe-se a caminho do emprego tentando poupar os sapatos.

9h00 – Empurra o carro até à bomba de gasolina e é assaltado duas vezes: a primeira pela gasolineira, que voltou a aumentar os preços do combustível; a segunda por criminosos armados, que lhe levam o pouco que ainda restava na carteira. Boceja. Conclui que prefere os segundos assaltantes, na medida em que roubam menos e com menor frequência. Nota que, apesar disso, a polícia não faz qualquer esforço para apanhar os primeiros.

10h00 – Já na estrada, é vítima de carjacking. Encolhe os ombros. Prossegue a pé.

10h05 – Um gang tenta assaltá-lo. Explica que ficou sem a carteira num assalto anterior.

10h10 – Outro gang tenta assaltá-lo. Fornece a mesma explicação. Os membros do gang colam-lhe um autocolante na lapela para que futuros meliantes saibam que já foi assaltado nesse dia e evitem perder tempo com ele. Recomendam-lhe que retire o autocolante assim que voltar a transportar valores.

11h30 – Vai ao banco levantar dinheiro.

11h32 – Criminosos armados irrompem no banco. Clientes e funcionários formam calmamente uma fila e tiram senhas para serem assaltados por ordem.

11h35 – O criminalista Moita Flores irrompe no banco e começa a comentar o assalto junto de um grupo de clientes. Tece várias considerações sobre um novo tipo de criminalidade violenta que parece estar a aumentar no nosso país, aponta as limitações da polícia e sublinha as incongruências do novo código de processo penal. Alguns clientes oferecem-se para serem sequestrados, caso os assaltantes lhes garantam que os levam para longe do criminalista Moita Flores.

11h45 – O criminalista Moita Flores interpela os assaltantes e comunica-lhes que o método que escolheram para levar a cabo o assalto não é o melhor, criticando sobretudo a não utilização de luvas e tecendo alguns reparos ao plano de fuga, que considera extremamente frágil.

11h46 – Um dos assaltantes dispara duas vezes sobre a perna do criminalista Moita Flores.

11h47 – Clientes e funcionários do banco homenageiam os assaltantes com um forte aplauso.

17h30 – Depois de várias horas de sequestro, o assalto termina. A polícia detém os criminosos, resgata os reféns e amordaça o criminalista Moita Flores, para que vá receber assistência hospitalar.

18h00 – Por sorte, mal acaba de sair do banco, José Silva encontra o seu carro abandonado na berma da estrada. Entra
no veículo e dirige-se para casa.

18h05 – É detido pela polícia por se encontrar a conduzir um carro que foi usado em diversos crimes.

20h00 – É identificado e preso. Na cela, verifica que o relato da sua vida é extraordinariamente demagógico e conclui que toda a sua existência podia ter sido inventada por Paulo Portas. Chora.

Boca do Inferno – Ricardo Araújo Pereira Sábado, Revista Visão, 30 de Agosto de 2008

quarta-feira, agosto 27, 2008

Ó pá.....



QUE SAUDADES!!!!

Principalmente do Guarda Serôdio


Vou parecer uma velha mas antigamente, o desenhos animados(Bonecos) é que eram fixes!!!!

segunda-feira, agosto 25, 2008

O Motivo....

Do penálti... a favor do Trofense... :D

(retirado daqui)

sábado, agosto 23, 2008

TROFENSE

Sem tempo para coçar os tomates, se os tivesse... deixo aqui apenas um tributo...

Apesar de já estarmos a levar 2, melhor 3... O orgulho é muito...



Trofense sempre...

quarta-feira, julho 30, 2008

Este Blog...

Vai estar de Molho meia duzia de dias...´



eu vou aproveitar... e vou também... :D

Abreijos... Até já

Um Orgulho...

Investigador da Universidade do Porto distinguido com prémio internacional

Este Investigador, não só é Trofense mas também o mano da minha querida e grande Amiga, Susaninha!!!

Que já me disse, que que ele sabe desta publicidade toda mata-a... :)

Deixo aqui os meus parabéns e o pedido de perdão para mim e para a mana... Porque é realmente uma coisa que não podemos deixar de publicitar!
ehehehehe

Parabéns...